Publicado por: estrelasnaparede | Outubro 21, 2007

1ª cafezada/canecada/mini-concentração de Vespas

Poizé!

O Nuno finalmente tirou a carta de mota (PARABÉNS!) e para estrear a Laurinda nas grandes viagens, fomos até ao Porto a uma bela mas pequenina concentração de Vespas, já habitual pela malta do Fórum Scooter.pt.

Saímos de Albergaria-a-Velha às 10 e meia, 11. Paramos para abastecer a menina e lá fomos “voar” até ao Porto, correu tudo o.k. até Espinho em termos de orientação LOL, depois em vez de irmos pela Marginal como contavamos, fomos por S.Felix da Marinha, Arcozelo, Vilar do Paraíso,etc.
Em V.N. de Gaia, fomos direitinhos até General Torres, mas entretanto perdemo-nos ao tentar ir para a Ribeira de Gaia, tal nunca me tinha acontecido. Chegados a uma rua vertiginosa, em que nem calçada era, mas sim pedras enormes (LOL) tive que sair do meu lugar de pendura e o Nuno levou a Vespa pela mão, descemos a rua, e deparamos com um cenário lindíssimo, estávamos debaixo da Ponte D.Luís.
dscf9720.jpg

Depois seguimos em direcção à foz do Douro, tenho a dizer que nunca aquele passeio me soube tão bem. Estava um sol imenso, com aquela neblina típica do Porto, o rio estava imensamente brilhante, tudo estava imensamente fantástico e eu ia agarrada ao meu Vespista, em cima da nossa 150 Sprint que estava a portar-se lindamente. Paramos para um piquenique à beira-rio e depois fomos para Matosinhos. Já lá estavam 2 vespas, outras tantas foram chegando e formou-se uma “bela” concentração. Não vou dizer modelos e cores de todas porque vá não é a minha especialidade, mas havia de tudo como na farmácia. Estivemos até às 16h na rotunda da Anémona e depois seguimos para Leça, onde fomos para a Agudela. O passeio foi fantástico, não há nada mais engraçado do que ir no meio de vespas :D Mais engraçado ainda, são as caras das pessoas a verem uns quantos malucos e uma maluquinha à pendura, todos contentes.

Às 17h e 20 começou a saga para voltar a Aveiro. Primeiro até à Rotunda A.E.P., depois VCI onde eu só pensava “Aiii meu Deus… Que é que eu estou aqui a fazer!” depois a Ponte da Arrábida onde eu pensei “Ora aqui está algo que eu nunca pensei em fazer!!!” e depois aquele bocadinho da A1, onde 1 carro nos fez uma ultrapassagem que quase nos virava, até Espinho. Em Espinho paramos e eu já tremia de frio, em Ovar tive que dar uma trinca num bolinho senão bem que adormecia na pendura. E foi aí que a Laurinda também se revoltou… A menina decidiu engasgar-se, decidiu meter mal as mudanças, coisas técnicas, e lá fomos nós já noite devagarinho e eu pensava “Aiiiiii que vamos virar!” . Em Angeja, não deu mais para continuar e como estávamos a uns 100-200 metros do Mecânico, o Nuno levou a menina à mão, ligou ao irmão para nos vir buscar e lá fomos nós. Uns metros de Laurinda na mão, um frio de rachar, liga-me a minha mãe e eu como tinha os dois capacetes na mão pus em altifalante e a conversa com ela foi mais ou menos assim:

– Então?
– Tudo bem… Fartei-me de te ligar…
– Só vi agora Marta, mas ligaste À muito tempo?
– Ontem e hoje à tarde.
– Já temos os canais todos da TV Cabo, estou a ver o Porto Canal e vou jantar.
– Que fixe! Agora é uma festa, an?
– É, é.
– E depois daqui a uns tempos net. Né?
– (…) (mais conversa da treta) (…)
– Lá para o fim do mês. Depois traz o computador formatado com joguinhos pó teu Pai.
– Sim, não te preocupes.
– Onde é que estás?
– Estou em Angeja, na rua.
– Vê lá não apanhes frio.
– Sim… eu e o Nuno ficamos a pé…
– A pé?????
– Sim, a Laurinda não quer andar. Mas não te preocupes que o irmão do Nuno vem buscar-nos aqui. Vamos levar a Vespa ao mecânico.
– Ao mecânico???
– Sim, é aqui a 100 metros mais ou menos.
– Vê lá!
– Olha vou desligar porque o Nuno diz que vem ai uma descida podemos ir de mota.
– Ok, já te ligo. Beijinhos.

Pronto basicamente, conseguimos ainda fazer uma descida com a mota ligada, depois batemos à porta do Mecânico, ele estava a jantar, claro, o que é que as pessoas fazem às oito e tal da noite a um sábado? Jantam, abriu-nos a garagem e ela lá ficou. A senhora ficou muito espantada com a nossa calma. Fomos para a estrada e o Nuno diz-me:

“Já temos uma história para contar aos nossos filhos: no dia que fizemos 25 meses, a Laurinda deixou-nos a pé.”

:)


Responses

  1. Deixou-nos a pé mas foi perto de quem a pudesse tratar bem … ela foi nossa amiga :)

  2. Só falta um par de asas à Laurinda! (E tirar cafés tb!)

    Amor e uma vespa! :)
    (Cabana não, palácio já temos!)

  3. uhm??????
    hum??????

    • ism?
      sim?


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